Avaliação de imóvel para inventário: quando é preciso e como funciona
No inventário, o imóvel precisa de um valor para três coisas: calcular o imposto de transmissão (ITCMD), dividir os bens entre os herdeiros e, se for o caso, vender para partilhar o dinheiro. Usar um valor qualquer — o do IPTU, o de um anúncio ou um “chute” da família — é o caminho mais curto para briga e atraso.
Quando o laudo é mais importante
- Quando há mais de um imóvel e cada herdeiro vai ficar com um: os valores precisam ser comparáveis.
- Quando um herdeiro quer comprar a parte dos outros.
- Quando há discordância sobre o valor, ou o inventário é judicial.
- Quando há fazenda: terra, benfeitorias e culturas precisam ser avaliadas separadamente.
O que o laudo traz
Descrição e fotos do imóvel, pesquisa de mercado, cálculo demonstrado, valor de mercado na data pedida (que pode ser a data do falecimento, se o advogado precisar) e assinatura de profissional habilitado com RRT.
Dica
Peça o laudo no início do inventário. Com o valor definido, o advogado consegue planejar a partilha e o imposto, e a negociação entre a família fica mais objetiva.
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